sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Saiba como bloquear solicitações de jogos no Facebook

 Os jogos são importante fonte de renda e diversão no Facebook, mas é fácil encontrar quem não suporta receber notificações sempre que os amigos acham que devem sugerir um FarmVille, Candy Crush etc. O que nem todo mundo sabe é que há como bloquear essas sugestões.
Você não tem como optar por jamais ser convidado para um jogo ou aplicativo novo, mas pode riscar um título que já foi oferecido - e também o usuário que fez a recomendação.
Para isso, vá ao link de jogos que fica na barra lateral esquerda e clique em "Solicitações" - ou neste link aqui.
Lá, acione cada "X" que estiver ao lado de aplicativos e jogos. Quando fizer isso, você ainda poderá optar por nunca mais receber solicitações da pessoa que te mandou aquilo e bloquear de vez o app, evitando que outro usuário tente recomendá-lo.

Vida de Suporte:::profissionais de TI

Grande parte dos leitores é composta por profissionais de TI (desenvolvedores, suportes, analistas, designers, etc..) que se identificam com as histórias retratadas e até enviam as suas com o intuito de serem adaptadas para os quadrinhos.

Como eu hackeio o Facebook?

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Greve na TI

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Backup valendo R$ 50

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Varredura

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Vai no meu computador

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Menino do computador

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Windows e disquetes

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Não é vírus

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Tirinha do dia: Sendo amável com o cliente

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Ventilador para melhorar o wi-fi

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Tirinha de hoje: "Mas que demora!"

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Tirinha de hoje: Erros (de hardware e software)

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Tirinha de hoje: Exorcismo

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Tirinha de hoje: "O pessoal da TI é muito folgado"

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Google teria oferecido US$ 10 bilhões pelo WhatsApp

Antes de aceitar a oferta de Mark Zuckerberg, o WhatsApp teve a oportunidade de ouvir uma proposta do Google, segundo reporta a Fortune.
Duas fontes diferentes disseram à revista que a gigante de buscas colocou US$ 10 bilhões na mesa para comprar o aplicativo de troca de mensagens.
Além do valor mais baixo (já que o FB pagará US$ 16 bilhões), o Google também não garantia um lugar para os fundadores do WhatsApp entre seus diretores, como Zuckerberg fez.

Comprado pelo Facebook, WhatsApp diz que nada vai mudar

O WhatsApp agora é parte do Facebook. O anúncio feito no início na noite desta quarta-feira, 19, traz dúvidas sobre o funcionamento do popular serviço de bate-papo, mas os fundadores Jan Koum e Brian Acton afirmam categoricamente: nada muda.

O blog do WhatsApp foi utilizado para acalmar os 450 milhões de usuários da ferramenta, explicando os motivos da fusão. Segundo os fundadores, a autonomia e independência do aplicativo não serão afetadas.

"O WhatsApp continuará autônomo e independente. Você continuará a aproveitar o serviço por uma pequena taxa (já existente). Você poderá continuar a usar o WhatsApp não importa onde você esteja e qual celular você usa", conta o comunicado.

Sobre a questão da publicidade, os fundadores também são firmes. "Vocês podem continuar confiando que nenhuma publicidade irá interromper sua comunicação. Nenhuma parceria entre as empresas seria firmada se tivéssemos que comprometer os princípios que definem nossa empresa, nossa visão e nosso produto".

O motivo da fusão, segundo o post, é que a aquisição daria flexibilidade ao WhatsApp para crescer e expandir, além de, ao mesmo tempo, dar à equipe mais tempo para focar-se no desenvolvimento do serviço.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Facebook pagará US$ 55 milhões em média a cada funcionário do WhatsApp

Além dos US$ 16 bilhões que pagou ao WhatsApp pela aquisição, o Facebook também cedeu US$ 3 bilhões em ações restritas que deverão ser divididos entre os funcionários da empresa recém-chegada ao conglomerado construída. 

O que nem todos sabem, no entanto, é que o WhatsApp não é uma empresa muito grande, então provavelmente sobrará muito dinheiro para cada um dos empregados. O serviço tem apenas 55 pessoas em seu staff, sendo que a maior parte deste número são os engenheiros de software.

Desta forma, fazendo uma divisão simples, estes US$ 3 bilhões serviriam para preencher os bolsos de cada um dos empregados com US$ 55 milhões.

No entanto, é bastante provável que a divisão não seja feita de forma igualitária. Os cargos superiores devem receber mais pela fusão, enquanto os funcionários na escala mais baixa também devem ser compensados, mas com um valor bem menor.

É interessante notar, também, que estes US$ 3 bilhões ainda podem multiplicar de (ou perder) valor, já que se tratam de 46 milhões de ações da rede social. Caso a empresa obtenha sucesso comercial, como tem apresentado nos últimos trimestres, a tendência é que suas ações disparem e o preço dos papeis se valorizem, fazendo com que cada funcionário receba uma quantia ainda maior.

Também é importante notar que as ações em questão são restritas, o que significa que elas não poderão ser vendidas durante um período determinado não revelado publicamente. 

Facebook anuncia compra WhatsApp por US$ 16 bilhões

O Facebook anunciou nesta quarta-feira uma bomba: a empresa comprou o WhatsApp, responsável pelo popular aplicativo de bate-papo em celulares, pelo valor de US$ 16 bilhões. O pagamento será feito em ações e dinheiro.

O WhatsApp receberá US$ 4 bilhões em dinheiro pela aquisição, além de outros US$ 12 bilhões em ações do Facebook. O acerto envolve ainda US$ 3 bilhões em ações restritas que serão dadas aos funcionários do WhatsApp, totalizando um investimento de US$ 19 bilhões.

Jam Koum, cofundador do WhatsApp e CEO da empresa, se tornará um executivo do Facebook. Ele também se tornará membro do quadro de diretores de seu novo empregador.

A compra é, disparada, a maior já feita pelo Facebook. Em 2012, a empresa adquiriu o Instagram por US$ 1 bilhão, mas desde então pouco fez com o serviço e até hoje não conseguiu rentabilizá-lo.

A impressão que fica sobre a fusão é que a rede social comprou o serviço para tirá-lo do mercado. Seundo o Facebook, o WhatsApp tem 450 milhões de usuários, está a caminho de alcançar 1 bilhão de usuários e concorre diretamente com o Facebook Messenger.

Inclusive, os últimos esforços da rede social foram no sentido de tornar seu app de mensagens mais competitivos com o WhatsApp, tornando-o mais agradável visualmente e adicionando a possibilidade de adicionar contatos pelo número de telefone, sem necessidade de tê-lo em sua lista de amigos da rede social.

Conectar o mundo
Para Mark Zuckerberg, a compra do aplicativo de mensagens servirá como combustível para o plano do Facebook de conectar o mundo inteiro à internet. "Nos próximos anos, vamos trabalhar para ajudar o WhatsApp a crescer e conectar o mundo todo", escreveu em seu perfil. Lançado no ano passado, o projeto Internet.org tem o apoio de dezenas de empresas de tecnologia e trabalha para integrar as 5 bilhões de pessoas que ainda estão desconectadas.

Root para Android: saiba o que é e como fazer

Para os veteranos de Android (e do ecossistema Linux como um todo), a palavra “root” já é familiar. Para os recém-chegados à “festa” do sistema, o termo pode parecer um pouco mais obscuro, bem como os benefícios de aplicá-lo ao seu aparelho.

Fazer o root no seu aparelho significa se tornar um superusuário, ou adminstrador do sistema. Isso significa ter acesso a partes do Android que antes ficavam inacessíveis para um usuário comum.

Assim, é possível fazer alterações no sistema operacional que antes eram impossíveis, como alterar consumo de bateria, modificar o clock do processador, apagar aplicativos que antes eram fixos no sistema, como os bloatwares embutidos no sistema pela fabricante, ou os apps instalados pela operadora.

O problema disso, no entanto, é que todos os arquivos importantes do sistema ficam totalmente expostos e podem até mesmo ser excluídos, o que pode causar a inutilização do aparelho. O processo de realização do root também não é imune a falhas e também pode causar o “brick” do celular, transformando-o em, basicamente, um tijolo inútil.

Além disso, a modificação do sistema operacional é uma violação do contrato de garantia com operadoras e fabricantes. Embora isso não seja crime, a ação anulará qualquer possibilidade de reparo, a menos que ela seja desfeita.

Como fazer Se você decidiu que o risco vale a recompensa de ter o aparelho inteiro sob o seu comando, é hora de botar a mão na massa. Existem inúmeras maneiras de realizar a tarefa, mas o infoworkwx portal mostrará a mais simples e abrangente, que utiliza um software instalado em seu computador com Windows.

O programa é chamado “Kingo Android Root” e pode ser baixado facilmente no site oficial. O objetivo do software é facilitar a vida dos usuários menos experientes, já que o procedimento pode se tornar bastante complicado.

Antes de tudo, é necessário ativar o modo de Depuração USB em seu dispositivo. Dependendo da versão do seu Android, os caminhos para realizar essa ação podem ser bem diferentes. Até o Android 2.3, o caminho é  Configurações > Aplicações > Desenvolvimento; a partir da 4.0, isso é feito por Configurações > Opções do Desenvolvedor. Entretanto, esta alternativa pode estar escondida. Para revelá-la, é preciso entrar em Configurações > Sobre o telefone e pressionar sete vezes a opção Número da versão. Uma mensagem deve avisar que a tarefa foi concluída com sucesso e que “você é um desenvolvedor”.

Em seguida, abra o programa, conecte seu celular ao computador por USB e pressione o botão Root. O software deverá reconhecer seu aparelho e começar a baixar os drivers e iniciar o procedimento automaticamente. O Kingo pode solicitar que o usuário realize algumas ações simples antes de continuar com sua tarefa, mas boa parte do trabalho é realizado pelo programa.

Outras formasExistem inúmeras formas de realizar o root no aparelho. O Kingo é apenas uma das alternativas e é provável que o programa não abranja todos os dispositivos. Às vezes poderá ser necessário procurar outras alternativas para quem quiser concluir a missão.

Um site chamado Ready2Root cataloga formas de liberar o root na maioria dos smartphones e tablets existentes, incluindo aparelhos antigos e fora do mercado.

Alguns aplicativos fazem o root no seu aparelho de forma automática, bastando instalar o APK em seus dispositivos, mas em geral, é recomendado algum que se encaixe no seu aparelho. O fórum XDA Developers, maior comunidade de desenvolvedores de Android, pode ser muito útil nesta empreitada.

Vale também procurar no YouTube por formas de liberar o seu aparelho, pois sempre há um passo a passo detalhado. Olhar os comentários para confirmar se o vídeo é legítimo também é uma dica útil.

Microsoft libera OneDrive, ex-SkyDrive, com 7 GB de espaço grátis

Está disponível mundialmente a partir de hoje a plataforma OneDrive, antigo SkyDrive, serviço de compartilhamento de arquivos em nuvem da Microsoft. Os usuários que se cadastrarem neste link poderão armazenar 7 GB de conteúdo grátis. Quem ativar o backup das imagens da câmera para salvar fotos automaticamente ganha mais 3GB de espaço.

A Microsoft foi obrigada a mudar o nome do serviço depois de perder no ano passado uma disputa judicial por violação de marca no Reino Unido, iniciada pela empresa britânica British Sky Broadcasting Group (BSkyB).  

Conforme prometido pela companhia em outra oportunidade, nenhuma mudança de funcionamento acompanha a nova marca e os documentos do SkyDrive são mantidos no OneDrive, sem perdas. 

Em comunicado no blog do novo serviço, Ryan Gavin, gerente da Microsoft, disse que a transição de nome "não foi fácil", mas representa um conceito mais interessante. Com a nova marca, a empresa aproxima o OneDrive de outros produtos, como o Xbox One e o OneNote.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Descoberta brecha no IE que nem a Microsoft sabe consertar

Foi descoberta uma vulnerabilidade nas versões 9 e 10 do Internet Explorer que nem a Microsoft sabe como consertar. O problema foi noticiado ontem pela empresa de segurança FireEye, que só sabia que o IE 10 estava comprometido; a própria MS informou sobre o 9.
A brecha está sendo explorada no site VFW.org. Comprometida por hackers, a página contém um iframe que carrega outro site sem que se perceba, e é desse lugar que se instala softwares maliciosos.
A FireEye não descobriu de onde vem o ataque, mas a Seculert, empresa de segurança de Israel, informou que o emissor é o site aliststatus.com.
Enquanto a Microsoft não liberar alguma correção, o melhor é evitar o uso das versões 9 e 10, que até já estão desatualizadas, pois o IE mais novo é o 11.

Desenvolvedor brasileiro acusa Microsoft de não pagar por seus apps

Marcelo Santiago Garcia, de 27 anos, morador de Santa Catarina, escolheu ser parte de um grupo bastante seleto. Depois de participar de um curso da Nokia, ele se tornou um dos responsáveis por povoar a loja do Windows Phone com seus aplicativos e obteve sucesso. Seus jogos superaram rapidamente os 400 mil downloads, o que o motivou a começar a vender suas aplicações. Foi quando começou o problema.

Seu perfil marcava que ele já tinha direito a um pagamento de US$ 3,1 mil, ou cerca de R$ 7,2 mil, pela venda de seus apps. Em outubro de 2013, ele deveria receber seu primeiro pagamento pelos apps… e nada.
Reprodução

Em relato ao Olhar Digital, Garcia conta que segundo a documentação da Microsoft, o repasse deveria ter sido feito em no máximo 60 dias. Já se passaram quatro meses e ele alega não ter recebido o que deveria pelos seus serviços.

Ele conta que, durante todo o período, tentou entrar em contato com o suporte da Microsoft sem sucesso. Garcia diz que não sente que o caso se trate de “enrolação”, mas pura desinformação em relação a como efetuar o pagamento.

A Microsoft, por sua vez, não nega o incidente. Em contato com o OD, a assessoria declara que o caso foi repassado para a equipe responsável pelo assunto na empresa e deve ter uma resolução em breve. Assim que a Microsoft se posicionar sobre o tema, incluiremos a informação neste artigo.

A empresa diz também que casos do tipo não são comuns e o relato de Garcia é uma exceção. A Microsoft orienta que outros desenvolvedores com problemas visitem este link e abram um chamado para obter ajuda.