sábado, 15 de fevereiro de 2014

Microsoft já vendeu mais de 200 milhões de licenças do Windows 8

O Windows 8 está longe de repetir o sucesso comercial de seu predecessor, o Windows 7, mas aos poucos vai ganhando espaço. Segundo a Microsoft, o seu sistema operacional finalmente superou a marca das 200 milhões de licenças vendidas.

A revelação foi feita por Tami Reller, executiva de marketing da empresa, em conferência realizada nesta quinta-feira, 13, quando descreveu o resultado como "esplêndido".

Contudo, a comparação com os resultados do Windows 7 são inevitáveis. Em um ano de disponibilidade no mercado, o sistema já havia alcançado a venda de 240 milhões de licenças, enquanto o W8 ainda não superou esta marca com mais de um ano e meio de seu lanaçamento.
A explicação para este atraso em relação ao predecessor é, em parte, a mudança negativa no mercado de PCs tradicionais, com o crescimento dos tablets e celulares. Contudo, a Microsoft também não conseguiu o resultado esperado com relação ao sistema para os tablets, principalmente devido à falta de apps otimizados para o toque.

"Nossa prioridade número um da nossa equipe de desenvolvimento é povoar mais a loja de apps. Nós tivemos algum sucesso, mas há mais a fazer", declarou Tami Reller.

Viber é vendido a empresa japonesa por US$ 900 milhões

 O serviço de troca de mensagens instantâneas Viber foi vendido, apesar de o criador da plataforma ter desmentido rumores surgidos no começo da semana sobre a negociação. Foi fechado um acordo com a companhia japonesa Rakuten, que pagará US$ 900 milhões.
Especializada em comércio virtual, a Rakuten vende de tudo um pouco em seu país, onde oferece até serviços financeiros. A empresa também comprou a fabricante de tablets Kobo e o site de vídeos Viki e diz que o Viber a ajudará a alcançar seu objetivo de se tornar a "número um" global em termos de serviços da internet.
O valor pago pelo Viber surpreende, já que se especulava que ele poderia ser vendido poralgo entre US$ 300 milhões e US$ 400 milhões. Na época o Olhar Digital consultou diretamente o fundador do produto, Talmon Marco, que negou haver qualquer movimentação nesse sentido.

Google planeja começar a oferecer internet de 10 Gbps

 O Google Fiber é uma bênção para uma cidade dos EUA, onde é oferecida internet de 1 Gbps por meio dos cabos de fibra óptica do Google. Contudo, a meta da empresa é ainda mais ambiciosa, e já planeja oferecer velocidades que chegam à marca de 10 Gbps.

A intenção foi revelada por Patrick Pichette, diretor financeiro do Google, durante a conferência. A medida seria uma forma de alavancar maiores velocidades de internet no país, o que poderia levantar o uso de softwares como serviços.

"É para lá que o mundo está indo. Vai acontecer", disse ele, indicando que isso poderia acontecer na próxima década mas "por que não tornamos disponílve em três anos? É nisso que trabalhamos e não há necessidade de esperar", conta ele.

O ramo de atividades principal do Google não é o de operadora de internet, mas mesmo assim consegue oferecer velocidades maior que qualquer outra empresa do ramo nos EUA. Trata-se de um serviço limitado, no entanto, que atinge apenas as cidades de Kansas City; Austin já foi confirmada como a segunda cidade a receber o serviço.

Mesmo assim, Pichette diz que o projeto do Fiber não é apenas um "hobbby" para o Google. Ao ser perguntado se outras cidades entrarão para o rol de privilegiadas em receber o serviço, ele foi misterioso: "Fiquem ligados", ele disse.

Acusado de monopólio pelo governo, Google diz que a internet é livre

 Há alguns dias o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, levantou polêmica ao sugerir que o maior buscador da internet brasileira pode ameaçar os negócios das teles e das TVs a ponto de "engolir os dois". "Acho que o Google está se tornando o grande monopólio da mídia", opinou ele.
A posição do ministro não é unânime. Cris Camargo, gerente de Marketing do IAB Brasil, considera que embora as TVs exerçam papel importante no país, a comunicação está evoluindo através dos meios digitais. "Acredito que toda a indústria irá se reorganizar. As TVs irão se digitalizar, a internet estará em todos os meios. Não haverá ameaça, mas sim reorganização e integração", avalia.
E a gigante de buscas não produz uma linha sequer de conteúdo, o que a permite se esquivar da polêmica. Quando procurada pelo Olhar Digital para comentar a declaração de Bernardo, a empresa se limitou a dizer que "a internet é o ambiente mais livre e competitivo do mundo".
CAMPEÃO DA MÍDIA
Por mais que não ponha a mão na massa diretamente, o Google indexa material produzido por entidades e internautas do mundo todo, o que a tornou a maior empresa de mídia do planeta e lhe rendeu dores de cabeça.
Na França, eles tiveram de pagar o equivalente a R$ 161 milhões para manter o Google News, caso que abriu campo para que se questionasse os métodos da empresa em toda a Europa. E no Brasil a ANJ (que representa 90% dos jornais do país) recomendou que seus associados deixassem a ferramenta, que desde 2011 ficou esvaziada.
Esse pessoal está de olho no dinheiro que a gigante de buscas ganha ao associar anúncios com o material produzido por eles - afinal, a receita publicitária do Google supera a de toda a mídia impressa dos EUA.
CENÁRIO BRASILEIRO
No Brasil a internet ainda não chega nem perto da TV, em termos de relevância no mercado publicitário. Somente 15% dos investimentos feitos por anunciantes daqui vão para a web. Ainda assim, o Google possui o nome mais forte do setor.
Basta fazer as contas: 61% da verba de anunciantes que vai para a internet no Brasil estão nas mãos de empresas de pesquisas; o Google responde por 96,17% das buscas realizadas no país, então quase todo o dinheiro fica com ele.
Não foi só o Paulo Bernardo que prestou atenção a esses números, a presidenta Dilma Rousseff também já levantou seu radar e botou a Receita Federal para analisar a contabilidade da companhia. O órgão procurará possíveis crimes de sonegação fiscal cometidos por empresas de tecnologia - o que também envolve o Facebook.
As companhias serão investigadas por comercializar serviços aqui via cartões de créditos internacionais, recebendo em subsidiárias estabelecidas em outros países. Para o governo, o modelo de negócios precisa ser revisado porque utiliza brechas que permitem o pagamento de menos impostos.
O Google respondeu ressaltando os investimentos feitos no país desde sua chegada, em 2006, e afirmando: "Nós pagamos todos os impostos que são devidos no Brasil, assim como em todos os outros países onde operamos." 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

385,2 mil domínios brasileiros serão liberados para compra amanhã



Neste sábado, 8, o Registro.br disponibilizará 385,2 mil endereços de internet para compra. Esse tipo de ação ocorre três vezes por ano, quando a entidade libera domínios que ficaram disponíveis para compra por falta de renovação dos donos, cancelamento por solicitação ou devido à constatação de irregularidades cadastrais.
A lista com os endereços disponíveis ficará no ar por 15 dias, a partir de amanhã (ou seja, até 23 de fevereiro).
Para adquirir um domínio basta seguir os passos descritos no tutorial do Registro.br, que pode ser conferido neste link. O cadastramento envolve solicitações de documentos e o pagamento de taxas para cada domínio requerido - cada titular pode se candidatar a até 20 nomes.
Entidades com diferenciais conseguem vantagens no processo. Por exemplo, se houver registro de uma marca idêntica a um domínio disponível, isso pode ser informado ao Registro.br para facilitar a liberação.

As respostas sobre os pedidos saem a partir do dia 23. Caso haja apenas um pretendente, o domínio é liberado instantaneamente; se houver mais de um, o endereço não é liberado, voltando aos registros para a próxima chamada - a menos que um dos requerentes apresente um diferencial.
Para conferir a lista, clique aqui.

TIM e GVT podem virar uma empresa só



A Telecom Itália pode ter encontrado uma solução para o dilema que enfrenta no Brasil, onde é dona da TIM e, ao mesmo tempo, tem a Telefónica, proprietária da Vivo, como sua principal investidora. Segundo fonte envolvida com o assunto, a empresa iniciou esta semana conversas preliminares na tentativa de unir a operação brasileira à da GVT, comandada pelo grupo francês Vivendi.

A aproximação vem a calhar para a Telecom Itália, que tem estado na mira do Cade - Conselho Administrativo de Defesa Econômica - desde que aumentou no ano passado sua participação na Telefónica para 66%. Uma eventual fusão agradaria principalmente os acionistas minoritários porque reduziria o poder do grupo espanhol.

Os representantes do Vivendi teriam gostado da ideia já que buscam alternativas de crescimento para a GVT no Brasil. Em 2013, a operadora esteve à venda por cerca de R$ 19 billhões, conseguiu atrair interessados de outros segmentos - especialmente fundos de investimentos - mas as negociações esfriaram e o martelo não foi batido.

“Poderia ser criada uma concorrente de verdade para a NET”, diz a fonte que revelou a possibilidade de fusão entre TIM e GVT. Segundo ela, a operação poderia ser bem-sucedida por unir a numerosa carteira de clientes da primeira com a modernização da rede e conteúdo de TV por assinatura da segunda. Nenhuma das operadoras comenta o assunto.

Participação de Zuckerberg no Facebook cai a menos de 20%



Mark Zuckerberg já não é mais tão dono do Facebook quanto costumava ser. A participação financeira do cofundador e CEO da rede social vem caindo e hoje está abaixo dos 20%.
De acordo com um documento divulgado pela companhia nesta sexta-feira, 7, Zuckerberg é dono de 19,6% do Facebook. Um ano atrás, segundo o Mashable, sua participação estava próxima de 30%.
O chefe do site vendeu US$ 2,3 bilhões do que tinha sobre o Facebook em dezembro para pagar taxas referentes a suas opções de ações.
Em 2012, para mostrar confiança, ele prometeu não vender ações por um ano e acabou aumentando sua participação de 28,2% (no dia da IPO) para 29,3%. Em 2013, então, o valor dos papéis dobrou, fazendo com que o patrimônio de Zuckerberg saltasse para US$ 12,4 bilhões.

Apple é a empresa mais valiosa do mundo; Google é a 2ª



A Apple mantém o título de empresa mais valiosa do mundo, com valor de mercado estimado em US$ 464 bilhões. A surpresa do ranking divulgado hoje por uma consultoria internacional fica por conta da ultrapassagem do Google sobre a petrolífera Exxon Mobil. Com avaliação de US$ 391,3 bilhões, a gigante das buscas toma a vice-liderança com uma ligeira diferença de US$ 700 milhões.

A disparada do Google é creditada à expectativa em torno do aumento da oferta pública de ações, agendado para 2 de abril e aguardado há mais de três anos. Atualmente, os papéis da empresa são trocados a US$ 1,1 mil e mantêm-se em alta desde que atingiram pela primeira vez o patamar dos US$ 1 mil, em outubro do ano passado.

Confira o ranking abaixo. A Microsoft aparece em quarto lugar:

Reprodução

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Novo vírus usa Java para atacar Windows, Mac e Linux



A empresa de segurança Kaspersky Lab detectou um novo vírus multiplataforma capaz de comprometer os sistemas operacionais Windows, Mac OS e até Linux por meio do Java. Os criminosos utilizaram a vulnerabilidade CVE-2013-2465 para transformar os computadores em "zumbis" e infectar usuários, que nem sabem da existência do malware.

Quando o computador é iniciado, o vírus é copiado para o diretório do usuário e executado na inicialização do sistema. O protocolo IRC bot controla o bot e usa o framework PircBot para implementar a comunicação.

Depois de instalado na inicialização do sistema, o malware relata o funcionamento do PC para seus criadores. Para assimilar os bots, um identificador exclusivo é gerado em cada máquina de usuário e o identificador é salvo no arquivo jsuid.dat, que dá acesso irrestrito ao sistema.


Reprodução

O vírus é projetado para realizar ataques de negação de serviço (DDoS) por meio das máquinas dos usuários infectados. Informações adicionais sobre a ameaça podem ser encontradas neste link, em inglês. 

A empresa de segurança recomenda manter a aplicação Java atualizada. Ao clicar aqui, o usuário sabe se a versão que está uitlizando é a mais recente.

Retrospectiva do Facebook poderá ser editada



Se você está entre os que não gostaram da seleção feita pelo Facebook em seu "Look Back", aqui vai uma boa notícia: a empresa relançará o criador de retrospectivas com uma opção para edição do conteúdo a ser mostrado.
O pessoal do TechCrunch ficou sabendo por uma fonte que o recurso ainda não estava totalmente pronto no dia do lançamento, mas o Facebook foi obrigado a soltá-lo mesmo assim, afinal, a ideia era comemorar os 10 anos da rede social.
Então o próprio Facebook confirmou que colocará a opção de edição no ar em breve, mas não informou quando, especificamente. Usuários poderão retirar algo selecionado pelo Facebook e no lugar colocar um momento que lhe agrade mais.

Por enquanto, só dá para criar retrospectivas com o que a rede achar pertinente.

10 anos de Facebook: faça sua retrospectiva



No dia em que completa 10 anos, o Facebook liberou uma ferramenta para que os usuários se lembrem de seus momentos marcantes na rede social.
Ao acessar o "A Look Back", você se depara com um vídeo que mostra fotos e postagens feitas desde sua entrada no Facebook. Tudo acompanhado de uma daquelas músicas que desperta nostalgia.
A ferramenta foca principalmente em fotos e, claro, como ela captura tudo automaticamente, o resultado pode não ficar tão bacana quanto o Facebook faz parecer no vídeo demonstrativo (este abaixo).
Para criar o seu próprio, clique aqui.