sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Vírus no pendrive!

O objetivo deste post é auxiliar em um problema universal. Com certeza de uma maneira ou de outra acabamos usando Windows no trabalho, na escola, em computadores de clientes, ajudando amigos, etc. Como profissionais devemos atender de acordo a demanda do mercado e resolver o problema, este assunto com certeza será útil para você.
                       
Em 2009 eu trabalhava em uma escola com 12 computadores, na época vírus provenientes de pendrive eram um problema sério. Tudo graças ao recurso de autorun do Windows XP, que de maneira muito ingênua executava qualquer programa indicado no arquivoautorun.inf de unidades removíveis. Em pouco tempo infecções por pendrives se tornaram um caos. O pendrive se tornou o simbolo de promiscuidade no mundo da informática.

Logo os mais preocupados com a questão descobriram a maneira correta de cortar o mal pela raiz desativando a funcionalidade de autorun no Windows XP via GPO. Qualquer unidade removível montada no sistema, antes que alguém pudesse impedir, o Windows fazia-lhe o favor de verificar a existência do famigerado arquivo autorun.inf, onde era indicado o programa (vírus) a ser executado imediatamente, o que não dava qualquer chance para o usuário.

Um arquivo autorun.inf geralmente tem um conteúdo como este:

[autorun] 
open=virus.exe 
icon=virus.exe,0
label=Run Virus

Por uma causa nobre o Windows criou todos estes problemas. Mas a funcionalidade foi aprimorada no Windows 7, e funciona de modo muito mais seguro. Neste artigo a Microsoft explica todos os recursos disponíveis usando os arquivos autorun.inf em unidades removíveis, caso você tenha interesse em entender ou mesmo em utilizar em algum software seu.

No Windows 7 você pode configurar facilmente várias opções de autorun no painel de controle acessando o item  "Reprodução automática", mas o bom mesmo é desmarcar a primeira opção "Usar Reprodução automática em todas as mídias e dispositivos".


Ele tem muito mais opções relacionadas à música e vídeos, e para executar um programa indicado pelo arquivo o usuário deve selecionar em um menu que aparece assim que o dispositivo é plugado. O padrão é "Abrir pasta para exibir arquivos":




Prevenindo no Windows XP 

Para desativar a funcionalidade do autorun no Windows XP, vá em "Executar, digite gpedit.msc, e Enter". No console da GPO você pode procurar por "Modelos administrativos > Sistema > Desativar autoexecutar", marque a opção habilitado e em "Todas as unidades". Com isto o usuário tem uma chance de caçar o vírus antes que o próprio Windows abra as portas para ele. Veja a descrição completa da função no site oficial AQUI. 

Assim o usuário ganha tempo, mas não resolve o problema. Se o pendrive estiver com o arquivo autorun.inf indicando o executável do vírus, ao clicar duas vezes no seu ícone em "Meu Computador" o sistema age da mesma maneira, executando o vírus. É preciso então fazer uma varredura cuidadosa na unidade antes de abri-la. Alguns antivírus o fazem bem, ou mesmo ferramentas de segurança próprias para pendrive. No entanto é bom entender como o problema funciona e fazer alguns procedimentos para evitar infecções futuras.

Por isso comecei e desenvolver o Pendrive Limpeitor Tabajara com a ideia de que se você tiver um bom script em mãos que faça o trabalho rápido e eficiente, pode poupar o processamento do seu antivírus e evitar problemas futuros. 

Problemas comuns 
 

Com alguma experiência pude observar os seguintes sintomas das infecções e o que o script deve fazer par solucionar.

 - Criação do arquivo "autorun.inf" na unidade onde é indicado o executável do vírus. O script deve remover o arquivo e criar uma pasta autorun.inf com atributos S, H e R, para evitar que um novo arquivo seja criado no lugar futuramente.

 - Procurar arquivos executáveis no raiz da unidade e oferecer para excluir.

 - Varrer a unidade em busca de pastas ocultas onde pode estar o programa malicioso. É comum eles usarem do truque da lixeira para dificultar as coisas. Uma pasta oculta é criada, e dentro dela outra pasta com um arquivo "Desktop.ini" com um conteúdo que faz o sistema pensar que aquela é uma pasta de lixeira. O script tenta identificar estas pastas e excluir.


 - Resolver o problema dos atalhos e revelar as pastas ocultas

 O problema do atalhos

A moda hoje é o vírus ocultar todas as suas pastas e criar atalhos para ele, sem que você perceba  ao clicar no atalho o programa é executado e logo em seguida ele abre a pasta desejada. É importante fazer uma varredura por atalhos e "desocultar" (retirar os atributos H e S) todas as pastas no raiz da unidade.
Se você tem este problema dos atalhos com algum pendrive, pode revolver com 2 comandos:

 attrib -r -h -s /d /S X:\
del /f X:\*.lnk

Onde X: é a letra da unidade do seu pendrive ou disco. Tome muito cuidado para não fazer isso em unidades do sistema, então tenha certeza da letra da unidade. O problema de usar desse método é que pode demorar muito já que ele vai ser processado em todos os arquivos da unidade. Além de muito dispendioso, apenas revela as pastas e arquivos ocultos, para que sejam removidos manualmente.

 Você pode usar os seguintes comandos para revelar pastas e processar atalhos apenas no raiz da unidade poupando tempo. Lembre-se de substituir H: pela letra da sua unidade:

for /F "delims==" %X IN ('dir /b /a H:\') DO ( attrib -H -S -R "H:\%X" )

O comando acima revela todas as pastas e arquivos ocultos apenas no raiz, em seguida você pode analisar a unidade e apagar coisas suspeitas manualmente.

Outra opção é o comando abaixo. Ele relaciona todas as pastas e arquivos que tenham um atalho de mesmo nome, remove os atributos e apaga o atalho:

for /F "delims=." %X IN ('dir /b /a H:\*.lnk') DO ( if exist H:\%X ( attrib -H -S -R "H:\%X" & del /f /a /p H:\%X.lnk ))

Este recupera suas pastas de acordo com os nomes dos atalhos, mas outras pastas ocultas permanecem ocultas.

Um amigo meu desenvolveu um software similar que revela as pastas ocultas em apenas um clique!
Por ser um programa gráfico é muito mais amigável para leigos, ele ainda tem um vídeo explicando como fazer o procedimento. É o Folder Recovery. Você pode conferir nos links abaixo:

Video: http://www.youtube.com/watch?v=zXnOcfn1Zhs
Versão simplificada.(Vista/7) http://www.mediafire.com/?axu4524wncogs77 
Versão de tirar o vírus.(XP/Vista/7) http://www.mediafire.com/?8o6j9l68s2ed598 

Entendendo os atributos

Atributos são recursos do sistema de arquivos (FAT ou NTFS), os arquivos podem ser facilmente marcados com atributos para implementar funcionalidades diversas no sistema operacional. Os atributos no Windows são:

H - Hide, arquivo ou pasta oculta
R - Read only. Somente Leitura
S - System, arquivo ou pasta do sistema
A - Atributo de arquivamento. Serve para operações de backup. (irrelevante neste caso) 
I - Índice de pesquisa. Arquivos com este atributo não são indexados. (irrelevante neste caso)

Arquivos ou pastas com atributo de sistema também ficam ocultos, e para vê-los você deve desmarcar a opção  "Ocultar arquivos protegidos do sistema operacional" no menu de "Opções de pasta" no Painel de controle:


Você pode manipular os atributos de arquivos e pastas clicando com o botão direito e em propriedades. Em relação aos atributos I, e A clicando no botão "Avançado":


Outra alternativa é usar a linha de comando com o attrib. A sintaxe é bem simples:

attrib arquivo.txt                      # Exibe os atributos do arquivo
attrib +S arquivo.txt                 # Adiciona o atributo S no arquivo
attrib -H arquivo.txt                 # Remove o atributo H do arquivo
attrib +H +S +R arquivo.txt    # Adiciona os 3 atributos no arquivo 

Toda pasta ou arquivo que um malware deseja esconder, invariavelmente serão aplicados os atributos H, R e S. O atributo S não pode ser manipulado diretamente pelo Explorer nas propriedades do arquivo, então você deve usar o comando attrib para adicionar ou remover o atributo:

attrib -S arquivo.txt


Métodos preventivos 

Tendo o pendrive limpo você pode usar de alguns artifícios para prevenir infecções posteriores. Uma delas é criar uma pasta de nome AUTORUN.INF e aplicar os atributos nela para que não seja substituída por um vírus.

md autorun.inf & attrib +H +S +R autorun,inf

Se a unidade é formatada em NTFS, você pode remover as permissões da pasta para dificultar ainda mais a sua alteração.

Outro método mais radical é formatar a unidade em NTFS, criar uma pasta no raiz onde serão armazenados os seus arquivos legítimos e remover todas as permissões de alteração no raiz. Para isso o mecanismo de herança deve ser desabilitado na pasta criada, onde você poderá delegar permissões a vontade.

O "Pendrive Limpeitor Tabajara" 

Com a ideia de fazer todo o processo automaticamente comecei a desenvolver um script que chamei de "Pendrive Limpeitor Tabajara", para agilizar na limpeza de pendrives de alunos e outras pessoas que eram espetados nas máquinas todos os dias. Ele tem evoluído bastante, tenta identificar atalhos com nomes de pastas na unidade, recuperar as pastas de mesmo nome dos atalhos que estiverem ocultas, remover o arquivo autorun.inf, detectar executáveis ocultos na unidade e por fim cria a pasta AUTORUN.INF que funciona como uma espécie de vacina.
Basta executar e digitar a letra da unidade selecionada, em seguida a varredura é feita e cada arquivo ou pasta detectado só é excluído com a confirmação do usuário.








No final, o máximo que pode sobrar são pastas que podem conter vírus, mas todas elasreveladas, e o usuário poderá excluir facilmente sabendo que não é uma pasta dele.
Tem sido muito eficiente, mas estou aberto a sugestões para melhorar, ou até mesmo migrar para uma linguagem compilada.

Aparando as arestas com o Autoruns e Process Explorer

Se o usuário teve o pendrive infectado ou mesmo plugou o pendrive infectado na sua máquina é importante saber se o sistema não foi comprometido. 
Para isso sempre uso estas duas ferramenta do Sysinternals Suite. Leia um artigo mais detalhado aqui. 
É importante executar primeiro o "procexp" para ver se não há nenhum processo suspeito em execução, depois o "autoruns" lhe mostrará se não foi criada nenhuma entrada para que o vírus seja novamente executado na inicialização dos sistema. Ultimamente o vírus mais comum aparece como um JScript (extensão .js) que é executado pelo interpretador do Windows, o "wscript.exe". Veja o processo no Process Explorer:






Quanto a entrada de autorun gerada, tome cuidado, por ela pode ser criada apenas no perfil do usuário que foi infectado, principalmente se você usa várias contas de usuário. Este é mais um caso onde usar uma conta sem privilégio de administrador pode prevenir que o sistema todo seja comprometido, já que removendo o perfil do usuário infectado resolveria o problema posteriormente. Veja as dicas de segurança AQUI.


Conclusão

Assim que plugar pendrives ou unidades removíveis no seu PC, use imediatamente uma ferramenta como esta. É muito mais seguro que deixar o Anti vírus cuidar do serviço. Se você quer uma cópia do Tabajara, por favor mande um email para joaolucasmacedo AT gmail.com :-)

sábado, 2 de novembro de 2013

Microsoft deve liberar o pacote Office para o Linux em 2014

                                        O tradicional símbolo do Windows O simpático Tux


                                          Windows                        Linux

Companhia considera a possibilidade depois de novos avanços na plataforma open source.
                         Microsoft deve liberar o pacote Office para o Linux em 2014
Em matéria ao Phoronix, Michael Larabel, consultor de Linux e fundador do site, afirma que a Microsoft cogita a liberação do pacote Office para o sistema operacional. A informação foi divulgada durante o encontro FOSDEM (Free Open-Source Developer’s European Meeting), na Bélgica.
Não é difícil ter o Microsoft Office instalado em computadores com Linux. Graças ao open source, algumas versões têm sido adaptadas com a ajuda do Wine e do CrossOver. De acordo com a fonte da notícia – que ainda não foi revelada –, essa tática deve ser deixada de lado, pois o programa será 100% nativo do Linux.
A plataforma está ganhando popularidade no mercado a cada dia e, definitivamente, não pode ser ignorada. Prova disso é que o Steam está liberado para o sistema operacional desde dezembro de 2012, deixando o Ubuntu como parte de uma gigante fatia do mercado.

A história dos sistemas operacionais [infográfico]

Um pequeno resumo do que aconteceu ao longo dos anos para chegarmos até os atuais sistemas operacionais.

                         

Todos os dias, você liga seu computador para trabalhar, se divertir, navegar na web, jogar e fazer outras tantas coisas. Poucos segundos após apertar o botão “power”, um componente importantíssimo entra em cena: o sistema operacional.
Hoje, o mercado está bem segmentado, mas muitas pessoas ainda usam o Windows. Contudo, a história nem sempre foi assim. Ao longo dos anos, diversas companhias desenvolveram sistemas para se adequar a diferentes tipos de usuários. Hoje, vamos falar um pouco dessas tantas plataformas.


A computação era sem forma e vazia


Os computadores gigantes que ocupavam salas inteiras e necessitavam do auxílio de humanos nasceram lá pela década de 1950. Nessas primeiras máquinas, as tarefas eram realizadas por técnicos, os quais ditavam o que seria realizado através do próprio hardware.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Um funcionário era contratado especialmente para ativar e desativar chaves, as quais serviam para indicar se um componente devia ficar ligado ou desligado. Ao desligar uma chave, por exemplo, a informação corria por metros ou quilômetros de fio e acendia uma luz, indicando que determinada função estava desativada.
Nessa época, era comum que uma pessoa projetasse e programasse um computador. Apesar de funcionar para as tarefas necessárias, esses PCs necessitavam sempre da intervenção humana e não podiam usar rotinas programadas. A história mudou com o primeiro SO.


1969 - UNIX


  • Disponível
  • Código fechado

Na década de 1960, uma equipe de desenvolvedores da AT&T Bell Labs resolveu trabalhar em um software mais objetivo e simplificado do que aquele que era utilizado nos mainframes da época. Após alguns anos, mais precisamente em 1969, o resultado foi o sistema operacional proprietário apelidado de UNIX (Serviço de Computação e Informação Uniplexada).
De início, o sistema foi programado especificamente para um tipo de máquina, mas, em 1973, o software foi recodificado para a linguagem C. Apesar de se tratar de um software com código fechado, a AT&T forneceu cópias para universidades.


1977 - BSD


  • Indisponível
  • Inicialmente: código fechado
  • Atualmente: código aberto

Em 1977, o UNIX teve seu primeiro descendente. Ainda que tivesse características próprias, o BSD estava claramente ligado com seu antecessor, visto que utilizava parte do código-fonte e do design do sistema que foi criado pela AT&T. De início, o sistema era apenas uma extensão do UNIX e agregava algumas poucas funcionalidades.
Assim como seu “pai”, o BSD também adotou a ideia do código fechado (algo que foi mudado décadas depois), mas isso não era exatamente um problema, visto que ele era voltado para o uso em universidade e máquinas de grande porte.


1978 - Apple DOS


  • Indisponível
  • Código fechado

O primeiro sistema operacional da Apple veio para equipar os computadores Apple II. Como o próprio nome sugere, este era um sistema que funcionava em discos (época em que não existiam os HDs).
Esse software, que foi desenvolvido por terceiros, era bem rudimentar e contava apenas com alguns componentes básicos: um gerenciador de arquivos, um catálogo, funções para abrir e remover dados, um programa de inicialização e alguns outros elementos.


1979 - Atari DOS


  • Indisponível
  • Código fechado

Você provavelmente deve associar este nome com o video game, mas o nome também foi usado para batizar o sistema e os computadores da famosa fabricante de consoles. O software Atari DOS foi usado em toda a família de computadores domésticos de 8-bits da marca.
Assim como os demais sistemas da época, o Atari DOS era muito limitado e trazia algumas ferramentas bem básicas no menu principal. Ele recebeu uma série de atualizações ao longo dos anos, mas seus códigos não chegaram até a atualidade.


1980 - Apple SOS


  • Indisponível
  • Código fechado

Com o sucesso de vendas do Apple II, a fabricante, naturalmente, resolveu apostar no Apple III e, consequentemente, necessitou de um sistema evoluído para conquistar o consumidor. Na época, a Maçã optou por um sistema um pouco diferente do antecessor, mas as mudanças não foram tão significativas.


1980 – Xenix


  • Indisponível
  • Código fechado

Antes de sequer pensar no MS-DOS, a Microsoft trabalhou um tanto com o Unix. Na verdade, a empresa não desenvolveu o sistema, sendo que todo o desenvolvimento foi feito pela AT&T. Ainda em 1980, a empresa lançou o Xenix para os computadores Zilog Z8000 (os primórdios das máquinas de 16 bits).
Com o passar do tempo, o Xenix se tornou um dos sistemas Unix mais usados por usuários domésticos. Após alguns anos, a Microsoft vendeu os direitos para terceiras (como a Intel e a SCO), pois resolveu trabalhar com o 86-DOS.


1980 - 86-DOS (Q-DOS)


  • Indisponível
  • Código fechado

Como o próprio nome sugere, este foi um sistema operacional desenvolvido especialmente para os processadores Intel 8086. Desenvolvido pela Seattle Computer Products, este software não durou muito, pois a Microsoft comprou a ideia e resolveu transformá-lo no MS-DOS.


1981 - MS-DOS / IBM PC DOS


  • Indisponível
  • Código fechado

Como você bem deve imaginar, desde os tempos mais primórdios a Microsoft trabalha apenas com softwares. No início, a empresa fez uma parceria com a IBM para vender seu sistema junto com os PCs da empresa.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Studiosnewage)

O software foi muito bem aceito e recebeu modificações ao longo dos anos. Já na versão 2.0, o MS-DOS suportava HDs de 10 MB e estrutura de arquivos “em árvore”. Na próxima etapa, a Microsoft adicionou o FAT16 e suporte para redes. Assim foi o começo do que hoje é o Windows.


1981 – Pilot


  • Indisponível
  • Código fechado
A Apple e a Microsoft estavam fazendo grandes progressos com seus softwares, mas foi a Xerox que lançou o primeiro sistema operacional com interface gráfica. A empresa criou o mouse e lançou o Xerox Star para oferecer uma experiência completa para o consumidor.
Apesar de fazer um progresso significativo, o sistema Pilot não foi um sucesso comercial, talvez porque ele era algo isolado e custava muito caro.


1982 – SunOS


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  • Código fechado

Usando o BSD como base, a Sun Microsystems criou seu próprio sistema operacional. O software foi desenvolvido para ser comercializado junto aos servidores e estações de trabalho criados pela companhia. Ele durou um bom tempo e continuou evoluindo, até que a desenvolvedora mudou seu nome para Solaris.


1983 - Apple ProDOS


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  • Código fechado

Depois de tantos projetos, a Apple lançou um sistema mais profissional. Esse novo software foi baseado no Apple SOS e teve alguns problemas que outros sistemas não apresentavam. Todavia, com o lançamento da suíte AppleWorks, a Maçã conseguiu chamar a atenção dos consumidores.


1983 - Lisa OS


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  • Código fechado

Também baseado no antigo Apple SOS, este sistema chegou com uma série de correções e impressionou com sua capacidade de trabalhar com múltiplas tarefas e o recurso de memória virtual. Esses foram aspectos importantes para o software funcionar bem com uma interface gráfica revolucionária.
Além de oferecer as típicas características que existiam no Pilot, o Lisa OS chegou para tornar a usabilidade mais agradável para quem usava o computador em casa. Com um menu superior, a Apple conseguiu conquistar o público.


1984 - HP-UX


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  • Código fechado

A Hewlett-Packard já estava há alguns anos no ramo da computação, mas ela demorou a apostar em um sistema operacional próprio. O HP-UX foi o primeiro a trazer um gerenciador de unidades lógicas e listas de controle de acesso. O sistema deu certo e até hoje é uma plataforma Unix disponível para grandes servidores.

1984 - Mac OS


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  • Código fechado

Depois de acertar na interface, a Apple resolveu simplificar as coisas para o consumidor. Muitos dos comandos que amedrontavam os usuários foram removidos e substituídos por gestos do mouse. Este era o começo da era dos computadores “amigáveis”. O Mac OS (que originalmente tinha o nome de System) foi a base do longo sucesso da Apple.


1985 – AmigaOS


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  • Código fechado
A Apple estava dominando, mas a Amiga entrou de cabeça nos negócios com seu sistema proprietário. Os computadores com AmigaOS inclusive chegaram ao Brasil. Eles eram equipados com processadores Motorola e eram bem diferentes de tudo o que existia.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/AmigaOS)

Mesmo sendo um novato, em suas primeiras versões, o sistema já oferecia interface gráfica. Ele não devia muita coisa para os concorrentes, mas a corrida era difícil na época. Apesar de não ser um estouro de vendas, o AmigaOS existe até hoje e funciona em máquinas com arquitetura PowerPC.


1985 - Windows 1.0


  • Indisponível
  • Código fechado

Correndo atrás do prejuízo, a Microsoft lançou seu primeiro sistema com interface gráfica e suporte para múltiplas tarefas. O software da MS copiou algumas coisas do Macintosh, mas ele era bem diferente em diversos aspectos. Este sistema rodava sobre o MS-DOS, mas já trazia alguns drivers avançados para melhorar a usabilidade.


1985 - RISC/os


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  • Código compartilhado

Após diversos sistemas baseados no Unix, alguns começaram a misturar elementos do código-base com os de outros softwares. O RISC/os, por exemplo, trazia elementos do BSD e algumas características do UNIX. Este foi um dos primeiros sistemas com arquitetura de 64 bits, mas ele não deu muito certo e logo foi descontinuado.


1986 – GEOS


  • Disponível
  • Código fechado

Conforme os anos passavam, mais empresas adotaram a ideia da interface gráfica para sistemas. O GEOS foi um software da Berkeley Softworks que equipou computadores Commodore. Ele já vinha com um processador de textos e um programa para desenhos. O último descendente deste SO apareceu em 2009, mas ele ainda é muito rudimentar.


1986 - LynxOS


  • Disponível
  • Código fechado

Tentando fugir do trivial, este sistema chegou para oferecer processamento de operações em tempo real. Em vez de usar dados temporários, o LynxOS trabalhava para oferecer resultados imediatos. Ele é um sistema bem comum para aviação, telecomunicações, controle de processos industriais e outras atividades.


1987 - MINIX


  • Disponível
  • Código aberto

Depois de tantas versões do Unix voltadas a grandes empresas e sistemas domésticos, um homem chamado Andrew S. Tanenbaum lançou um software simplificado para fins educacionais. O MINIX foi uma das inspirações para o lançamento do aclamado Linux.

1987 - OS/2


  • Indisponível
  • Código fechado

Depois do MS-DOS e do Windows, a Microsoft e a IBM estavam pensando em lançar um sistema mais evoluído. O Operating System/2 trazia uma interface gráfica mais evoluída. Ele foi criado especialmente para os novos computadores da IBM e depois de algum tempo a Microsoft saiu do projeto.


1987 - Windows 2.0


  • Indisponível
  • Código fechado

Enquanto dava alguma atenção ao OS/2, a Microsoft ainda desenvolvia em paralelo o Windows 2.0. A nova versão do sistema começava a dar alguns passos para chegar ao que conhecemos hoje. Agora, as janelas podiam se sobrepor umas às outras e já existiam os recursos maximizar e  minimizar.


1988 - A/ROSE e System 6


  • Indisponível
  • Código fechado

A Apple continuou investindo em seu sistema, mas o System 6 não foi o melhor movimento da empresa. Ele trouxe alguns recursos pouco inteligentes (como o MacroMaker que servia para automatizar as atividades) e não mostrou grande evolução.
Ao mesmo tempo, a Apple apostou em um sistema que rodava na plataforma de coprocessamento do Macintosh. O A/ROSE deveria facilitar a introdução de novos hardwares nos computadores da Maçã, mas, infelizmente, o sistema tinha uma série de problemas.


1989 – NeXTSTEP


  • Indisponível
  • Código fechado

Depois que saiu da Apple, Steve Jobs fundou a NeXT. Sua nova empresa desenvolveu o sistema NeXTSTEP, o qual era baseado no Unix e contava com códigos do BSD. O sistema já vinha com interface gráfica, um dock (tal qual o dos futuros sistemas da Apple), widgets 3D, comandos para arrastar itens e ícones totalmente coloridos. Esse foi o começo do OS X.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)


1990 - Windows 3.0


  • Indisponível
  • Código fechado

O Windows 3.0 apresentou algumas evoluções, principalmente no que diz respeito ao suporte de hardware. Este sistema era capaz de trabalhar com os processadores Intel 8086/8088, 80286 e 80386. Além disso, ele era compatível com adaptadores gráficos de 256 cores. Foi um sistema usado por muitos brasileiros.


1991 - Linux


  • Disponível
  • Código aberto e livre

Finalmente, depois de vinte e tantos anos de história, nasceu o Linux. Apesar de não ser o sistema preferido de muitos, o pinguim foi um dos mais importantes da história, visto que trazia código livre e aberto.

De início, o sistema de Linus Torvalds aproveitou bibliotecas e aplicações do GNU. O curioso desse sistema é que ele não se popularizou como uma plataforma única. Desde o começo, Torvalds distribuiu o Kernel do sistema de forma gratuita, garantindo que diversos outros sistemas pudessem ser desenvolvidos e oferecer novas experiências para os usuários.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 

O Linux continua em desenvolvimento constante, sendo que seu núcleo principal é atualizado para englobar novas tecnologias e melhorias. O principal destaque desse software é que ele somente evoluiu e não precisou se preocupar com interface gráfica e outros adicionais. Atualmente, o sistema está na versão 3.11.


1991 - System 7


  • Indisponível
  • Código fechado

O lançamento do System 7 (ou Mac OS 7) foi uma etapa importante na história da Apple. Esse sistema já veio consolidado e agregou uma série de novos recursos para o utilizador. Graças à evolução também dos componentes de hardware e periféricos, esse software agradou aos consumidores. Ele foi o primeiro sistema da Apple a ser disponibilizado em CD.


1991 - BeOS


  • Disponível (como Haiku)
  • Código fechado

Pensando nas possibilidades de explorar arquivos de multimídia e trabalhar com imagens e vídeos, a Be desenvolveu o BeOS. O sistema da Be veio para competir diretamente com o Windows e o Mac OS. Assim como os concorrentes, ele também trabalhava com janelas, menus e outros recursos. O projeto acabou, mas ele continua disponível como Haiku.


1991 - Workplace OS


  • Indisponível
  • Código fechado

De tempos em tempos, a IBM tentava criar novos sistemas para seus computadores. Desta vez, a companhia apostou em uma plataforma para rodar quase tudo. O Workplace OS era capaz de executar programas de DOS, OS/2, AIX, Windows e outros.
Ele era baseado na arquitetura PowerPC e trazia parte dos códigos do UNIX. Foi descontinuado devido ao desempenho insatisfatório e à baixa aceitação do público.


1992 - Windows 3.1


  • Indisponível
  • Código fechado
O Windows 3.1 uma interface de rede mais bem desenvolvida, com melhor suporte para a execução de arquivos multimídia e fontes TrueType. Em apenas dois meses, a versão 3.1 vendeu 3 milhões de cópias. Ele foi um sistema muito popular no Brasil na década de 1990.


1992 – Solaris


  • Disponível
  • Código fechado

Dando continuidade ao SunOS, a Sun Microsystems lançou o Solaris. O novo sistema também era baseado no UNIX e, para dar continuidade a sua ideia original, a Sun continuou focando em servidores e estações de trabalho. Assim como os demais sistemas, o Solaris trazia uma interface gráfica própria e um ambiente de trabalho evoluído.


1993 – Debian


  • Disponível
  • Código aberto e livre

Dois anos depois do nascimento do Linux, surgiu um dos maiores sistemas de todos os tempos. O Debian chegou com os dois pés no peito das companhias gigantes mostrando tudo que o Pinguim tinha a oferecer. O sistema da Debian Project reunia o Kernel do Linux (uma adaptação de uma versão prévia conhecida com SLS) e as ferramentas do GNU.
Um dos grandes destaques dele foi o apoio às mais diferentes arquiteturas. O Debian roda em x86, x64, PowerPC, SPARC, ARM, MIPS, S390 e IA-64. Devido à versatilidade, o sistema ganhou muitos descendentes, incluindo o Ubuntu. Atualmente, ele tem uma base gigante de dados e pode se adaptar facilmente a quaisquer necessidades. É um dos sistemas Linux mais usados.


1993 – FreeBSD, NetBSD


  • Disponível
  • Código aberto

Nessa época, a corrida de sistemas operacionais estava cada vez mais insana. Todos tinham novas ideias e queriam entrar no mercado. Em 1993, a Berkeley Software Distribution lançou o NetBSD, e a companhia The FreeBSD Project disponibilizou o FreeBSD. Os dois sistemas ainda existem e são gratuitos.


1993 – Slackware


  • Disponível
  • Código aberto e livre

Paralelamente com o Debian, nasceu outra grande versão do Linux. O Slackware também era baseado no SLS e no Kernel do Linux. Ele chegou para oferecer facilidade com alguns scripts. Considerando o longo tempo de evolução, essa distribuição também tem uma enorme base de dados e ganhou muitos descendentes.


1994 - Copland (System 8)


  • Indisponível
  • Código fechado

A oitava versão do sistema da Apple viria para trazer mais segurança e melhorar o sistema multitarefa. Ocorre, no entanto, que o software teve uma vida muito curta, visto que a Apple logo adquiriu a NeXT e começou a trabalhar em um novo sistema.


1994 - SUSE


  • Disponível


1995 - Red Hat


  • Disponível


1995 - Windows 95


  • Indisponível
  • Código fechado

O Windows 95 foi tão importante que acabou definindo alguns padrões. A forma como o desktop é organizado, a qual ainda é utilizada no Windows 7 e 8, o Menu Iniciar (que só foi removido na última versão do Windows), a barra de tarefas e o Windows Explorer foram novidades que facilitaram a utilização do sistema.
A história dos sistemas operacionais [infográfico]
 (Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Depois de algumas atualizações, o Windows 95 passou a suportar a leitura de dispositivos USB, o navegador Internet Explorer (que jamais saiu do sistema da Microsoft) e outras funções. Este sistema foi o responsável por tornar o Windows o sistema mais usado do mundo.


1996 - Rhapsody


  • Indisponível
  • Código fechado

Enquanto trabalhava no NeXTSTEP, a Apple resolveu lançar um sistema intermediário para agradar seus usuários. O Rhapsody era um software adaptado do OPENSTEP e tinha uma interface muito parecida com a do Mac OS. Sua vida não foi tão curta, pois a empresa demorou em lançar o OS X


1997 - Symbian


  • Disponível

Um dos primeiros sistemas mobile foi o Symbian. Ele equipou uma série de celulares da Nokia e de outras fabricantes. Durante mais de dez anos, o software foi atualizado para se adaptar as tendências mais recentes. O sistema acabou morrendo (mas ainda há suporte) nas mãos da Nokia.


1998 - Windows 98


  • Indisponível

Substituindo o Windows 95, a nova versão do sistema também era capaz de rodar programas de 16 e 32 bits. Seus principais diferenciais eram o suporte já nativo para dispositivos USB e para drivers mais avançados. Além disso, ele vinha com o DirectX 5, que garantia a execução de jogos mais avançados.


1998 - Mandrake (Mandriva)


  • Disponível


1999 - Windows 98 SE


  • Indisponível
  • Código fechado

Como o próprio nome sugere, a Segunda Edição do Windows 98 veio para corrigir as falhas do antecessor. As melhorias foram realizadas na comunicação de rede, no suporte para drivers e na atualização do DirectX.


1999 - Yellow Dog Linux


  • Disponível

Apesar de ser desconhecido por muitos, o Yellow Dog Linux é um sistema de código aberto e livre que continua bem vivo. Essa versão do Pinguim é exclusiva para arquiteturas PowerPC. Ele utiliza boa parte do código do Red Hat e traz alguns softwares instalados por padrão.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Devido a sua arquitetura, o sistema precisa usar versões alternativas do Flash e de outros programas. Esse foi também um dos poucos sistemas Linux que funcionava perfeitamente no PlayStation 3. A última versão, lançada em 2012, ainda contava com o Kernel 2.6 do Linux.


2000 - Windows 2000


  • Indisponível
  • Código fechado

Desenvolvido especialmente para servidores e clientes de rede, o Windows 2000 (NT 5.0) suportava o NTFS 3.0, sistema de encriptação de arquivos e outros recursos avançados. Ele foi substituído pelo Windows 2003.


2000 - Windows ME


  • Indisponível
  • Código fechado

A Microsoft vinha acertando em suas apostas, mas ela provou que podia dar grandes mancadas. O Windows ME foi o sistema com a maior quantidade de bugs que a empresa lançou. Além de ser lento, ele focava apenas em alguns recursos visuais que não ajudaram o sistema a ficar vivo por muito tempo.


2000 - Knoppix


  • Disponível
Entre tantas versões de Linux, o Knoppix recebeu certa atenção na época de seu lançamento. Baseado no Debian, o sistema chegou para oferecer os recursos do sistema livre sem a necessidade de realizar uma instalação. Bastava colocar o CD do Knoppix no PC e começar a desfrutar de um Linux muito leve.


2001 - Windows XP


  • Indisponível (suporte acaba a partir de 2014)
  • Código fechado
Devido ao desastre do Windows ME, a Microsoft caprichou no Windows XP. Este foi, provavelmente, o sistema mais usado por todos. Ele teve sua interface completamente remodelada, trouxe uma série de novos recursos para redes, DirectX 8.1, suporte avançado para múltiplos usuários, novos recursos de segurança e muito mais. Esse sistema ganhou muitas atualizações.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)


2001 - OS X


  • Indisponível
  • Código fechado

Após tantos anos trabalhando em seu sistema próprio, a Apple finalmente lançou um sistema baseado no UNIX. O OS X veio para revolucionar a história da companhia. Desde o lançamento desse sistema, a Apple vem apenas realizando melhorias e não lançou uma versão totalmente nova.

O Mac OS X, como também era chamado, trazia memória protegida, o dock (semelhante ao que é usado até hoje), o terminal, um cliente de email, suporte para OpenGL e outros tantos recursos.


2002 - Gentoo Linux


  • Disponível


2003 - Fedora


  • Disponível


2003 - Kurumin


  • x86 e x64
  • Descontinuado
  • Código aberto

Entre tantas versões de Linux, uma, em específico, recebeu atenção especial dos brasileiros: o Kurumin. O sistema criado por Carlos E. Morimoto foi criado com base no Debian e aproveitou a característica de funcionamento direto pelo CD (algo que foi introduzido Knoppix).

Além dessa funcionalidade, o Kurumin ficou famoso por trazer alguns recursos automáticos. O sistema contava com o “ClicaAki” (o Painel de Controle do Kurumin), que, na verdade, era uma loja simplificada que baixava e instalava os programas em poucos cliques.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Infelizmente, o Kurumin foi descontinuado em 2009. A última versão do sistema foi a NG 8, a qual era baseada no Ubuntu 8. Este foi um sistema que vai deixar saudades.


2004 - Ubuntu


  • i486, x86, x64 e ARM
  • Disponível
  • Atualizações em desenvolvimento
  • Código aberto e gratuito

Depois de 13 anos da invenção do Linux, nasce o sistema que, hoje, é o mais popular com a cara do Pinguim. Baseado no Debian, esse sistema deixou as coisas mais amigáveis para o usuário. O Ubuntu recebe duas atualizações anuais e conta com suporte avançado para os mais variados tipos de hardware (incluindo placas NVIDIA e AMD).


2004 - Mac OS X Tiger


  • IA-32, x86-64 e PowerPC
  • Disponível
  • Código fechado (com componentes de código aberto)

Este foi o primeiro sistema da Apple a suportar os processadores da Intel. Em quatro anos de desenvolvimento, a Maçã adicionou a seu sistema os seguintes recursos: Dashboard, Smart Folders, Spotlight e outras ferramentas.


2006 - Linux Mint


  • i486, x86 e x64
  • Disponível
  • Código aberto e gratuito


2006 - OpenSUSE


  • IA-32, x86 e x64
  • Disponível
  • Código aberto e gratuito


2006 - Windows Vista


  • IA-32, x86 e x64
  • Disponível
  • Código fechado

Tentando inovar, a Microsoft acabou dando outra mancada. O Windows Vista veio para criar uma nova experiência e atrair os usuários do Windows XP. Por conta de uma série de problemas de desempenho, o sistema não obteve sucesso na missão. Apesar disso, alguns recursos (como o Windows Search e o Windows Aero) foram inovações que ajudaram no desenvolvimento do sistema sucessor.

2007 - iOS


  • ARM e arquiteturas proprietárias
  • Disponível
  • Atualizações em desenvolvimento
  • Código fechado

A grande revolução no mercado de celular ocorreu quando a Apple lançou o famoso iPhone. Na época, não havia nada semelhante ao smartphone e sistema da Maçã. O iOS foi criado com base no OS X e introduziu ao mundo recursos de fácil uso. Recentemente, o sistema passou por uma reformulação em seu visual e continua dando passos largos na introdução de novos recursos.


2008 - OpenSolaris


  • SPARC, IA-32, x86, x64, PowerPC, System z on z/VM e ARM
  • Descontinuado
  • Código aberto e gratuito


2008 - Android


  • ARM, x86, MIPS e i.MX
  • Disponível
  • Atualizações em desenvolvimento
  • Código aberto (com drivers proprietários)

Anteriormente desenvolvido pela Android Inc., o Android foi adquirido pela Google ainda em 2005. De lá para cá, a gigante das buscas veio trabalhando para conquistar o mercado móvel. Hoje, o Android é o sistema portátil mais usado do mundo, sendo que ele vem ganhando destaque por ser pioneiro no lançamento de diversos recursos. A versão mais recente é a 4.3, que já traz suporte para o Open GL ES 3.0.


2009 - WebOS


  • ARM
  • Disponível
  • Código aberto


2009 - Windows 7


  • IA-32, x86 e x64
  • Disponível
  • Código fechado

Considerando as decepções do Windows Vista, a Microsoft novamente resolveu correr atrás do prejuízo. O Windows 7 vem para corrigir todos os problemas do antecessor e oferecer desempenho acima de tudo. O sistema não alcançou a apreciação que o Windows XP teve, mas conseguiu conquistar o público.


2009 - Mac OS X Snow Leopard


  • x86 e x64
  • Disponível
  • Código fechado (com componentes de código aberto)

Diferente das atualizações prévias do OS X, o Snow Leopard veio para melhorar a programação básica do sistema. O Finder e o Safari ficaram mais rápidos e o sistema apresentou respostas imediatas. Parte dessa evolução foi o término do suporte para a arquitetura PowerPC.


2010 - Windows Phone


  • ARM
  • Disponível
  • Código fechado

Depois de insistir longos anos no Windows Mobile (que era apenas uma versão mal-adaptada do sistema para desktop), a Microsoft remodelou seu sistema para portáteis. O Windows Phone conta com ícones grandes, tiles, um design muito limpo e compatibilidade com APIs modernas para a execução de jogos tridimensionais.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)


2010 - Bada


  • ARM
  • Substituído pelo Tizen
  • Código misto (aberto e proprietário)

Cansada de usar sistemas genéricos, a Samsung tentou criar um para sua linha especial de aparelhos. A ideia não foi muito boa e a fabricante coreana cada vez mais vem apostando no Android. O sistema foi descontinuado para focar no desenvolvimento do Tizen.


2011 - Chrome OS


  • x86 e ARM
  • Disponível
  • Código aberto
  • Recursos na nuvem

Após conquistar o sistema de dispositivos móveis, a Google enxergou uma brecha no mercado de desktops. Em vez de insistir na computação local, a empresa criou um software que utiliza recursos na nuvem. O Chrome OS é desenvolvido pela Google e está disponível nos Chromebooks, mas há uma versão de código aberto chamada Chromium OS que pode ser testada em outros computadores.


2011 - Mac OS X Lion


  • x86 e x64
  • Disponível
  • Código fechado (com componentes de código aberto)

Aproveitando algumas características do iOS, a Apple evoluiu o sistema para computadores. No Lion, o Launchpad foi um dos grandes recursos que facilitou o acesso às aplicações. Outra novidade foi o salvamento automático do estado do computador e dos documentos.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Apple)


2012 - Tizen


  • x86 e ARM
  • Disponível
  • Código misto (aberto e proprietário)

Depois de tentar batalhar no segmento móvel apostando no Bada, a Samsung resolveu apostar em um projeto mais ousado. Desenvolvido em parceria com a Intel e a Linux Foundation, o Tizen promete oferecer bom desempenho, compatibilidade com aplicativos de Android e interface agradável. Confira nossas primeiras impressões clicando aqui.


2012 - Windows 8


  • x86, x64, IA-32 e ARM
  • Disponível
  • Atualizações em desenvolvimento
  • Código fechado

Pensando em migrar para o setor dos tablets e revolucionar a forma como as pessoas usam os PCs, a Microsoft apostou em uma reformulação de seu sistema. Aproveitando elementos do Windows Phone, o novo Windows 8 trouxe um novo Menu Iniciar. Além disso, ele mantém a compatibilidade com os antigos programas e traz suporte para novos apps.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Microsoft)


2013 - Ubuntu Touch


  • x86 e ARM
  • Em desenvolvimento
  • Código aberto
Tal qual a Microsoft, a Apple e a Google, a equipe do Ubuntu também decidiu criar seu próprio sistema para smartphones e tablets. O Ubuntu Mobile OS (também conhecido como Ubuntu Touch) impressionou com seu visual inovador e funcionalidades que podem garantir experiências similares entre diferentes dispositivos. O sistema deve ser lançado em breve.


2013 - Firefox OS


  • ARM
  • Em desenvolvimento
  • Código aberto
Depois de tantos anos trabalhando com navegadores, a Mozilla entra de cabeça no mercado mobile. O Firefox OS é um sistema enxuto focado em HTML5 que visa conquistar os consumidores que buscam smartphones mais baratos. Você pode conferir nossas primeiras impressões clicando aqui.
A história dos sistemas operacionais [infográfico] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Mozilla)


2013 - Xbox OS


  • x86
  • Em desenvolvimento
  • Código fechado

Adotando parte do código do Windows, o Xbox OS será o sistema que equipará o Xbox One. Ainda não há detalhes precisos sobre o software deste video game, mas é sabido que ele terá seu código enxuto para focar na execução do Direct3D e nos recursos especiais do console.


2013 - Orbis OS


  • x86
  • Em desenvolvimento
  • Código fechado

Encerrando nosso artigo, temos outro sistema voltado a video games. Apesar de ainda não estar disponível para público, já temos alguns detalhes sobre o Orbis OS. O sistema do PlayStation 4 será baseado no FreeBSD e vai oferecer ferramentas incrivelmente adaptadas para a jogatina, edição de vídeos e conectividade com a web.

Apesar do boot seguro, Microsoft Surface Pro pode rodar Linux

Time da Microsoft relata que o aparelho funciona como outras máquinas e não deve ser difícil instalar sistemas diferentes.
 
                           Apesar do boot seguro, Microsoft Surface Pro pode rodar Linux
Panos Panay, vice-presidente da Microsoft, e a equipe de engenharia do Surface responderam a uma série de questões sobre o Surface Pro em evento que rolou ontem no Reddit. Entre as tantas informações reveladas, vale atenção especial aos detalhes dados sobre a instalação de outros sistemas operacionais no dispositivo.
O usuário Nygmatic perguntou se é possível desabilitar o boot seguro do tablet e se ele será  obrigado a usar o Windows 8. Em resposta, a Microsoft respondeu que “como qualquer outra máquina com Windows 8, no Surface, é possível acessar as configurações da BIOS e desligar o boot seguro, habilitando o carregamento de outros sistemas”.
A resposta da Microsoft animou muitos consumidores que desejam adquirir o produto para instalar o Linux. O autor da pergunta inclusive comentou que a empresa deveria divulgar isso, pois é um grande recurso para entusiastas. O VentureBeat comenta que este é um grande diferencial, pois é algo que coloca o aparelho à frente do tablet da Apple.

sábado, 19 de outubro de 2013

pacote de ativação windows

                                   
                                                         
    ---------> Download pacote de ativação windows <------------

Internet Download Manager + ativação

                                        
        Internet Download Manager + ativação
  • Aumente a sua velocidade de download uplink até cinco vezes. 
  • Arquivo Full-Length download em Power cortar países predominantes não é menos do que um pesadelo. IDM resolve este problema.
  • Você pode pausar / retomar o processo, mesmo durante uma falha ou interrupção.
  • Sincroniza perfeitamente com uma ampla gama de navegadores web, incluindo Chrome, Internet Explorer, FireFox, Opera, Safari, etc
  • Você pode pegar arquivos flash e arquivos de vídeo do YouTube, Vimeo, Metacafe e outras plataformas de compartilhamento de vídeo.
  • Capacidade de programação está habilitado. Você pode programar um certo download do arquivo por um período de tempo.

      ---------> Download Internet Download Manager <-------

Firefox

                                
o melhor navegador de internet que chega com diversas melhorias. Com o Firefox você terá um dos mais rápidos e completos navegadores para curtir a internet com segurança. O Firefox foi o primeiro navegador alternativo ao Internet Explorer a ser amplamente divulgado e baixado pelos internautas.

                             --------> Download Mozilla Firefox <-------